A ESCOLA como depósito

 
 
Ontem (sexta-feira), à hora do intervalo,  perguntei a um aluno de 8 anos:
– Não tens lanche? Ele respondeu-me:
– Não, a minha mâe esqueceu-me.E eu tentei corrigi-lo:
– Esqueceu-se! E ele retorquiu:
– Esqueceu-me, esqueceu-se de mim.
E eu fiquei a pensar nas palavras dele. É que a palavra esqueceu-me é muito mais forte e incisiva do que esqueceu-se.
As políticas favorecem… e a desresponsabilização por parte dos pais (ainda, felizmente, não de todos) vai crescendo. E a escola vai funcionando cada vez mais como um depósito.

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